Foto: Ilustração
A Justiça do Trabalho, a Justiça Eleitoral, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Eleitoral firmaram um acordo para atuar de forma conjunta no combate ao assédio eleitoral no ambiente de trabalho.
A prática ocorre quando empregadores, gestores ou até colegas de trabalho tentam pressionar, constranger, ameaçar ou influenciar trabalhadores para que votem em determinado candidato, partido ou posição política.
A iniciativa também marca o lançamento da campanha “No Meu Voto Mando Eu”, que busca fortalecer uma rede nacional em defesa da liberdade de escolha do eleitor e do direito ao voto secreto.
Segundo o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, a ação tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a importância do voto livre e proteger a autonomia dos trabalhadores durante o processo eleitoral.
A campanha pretende envolver trabalhadores, empresas, organizações e instituições em ações de conscientização sobre o assédio eleitoral e os mecanismos disponíveis para denunciar possíveis irregularidades.
Como participar
Qualquer pessoa, organização ou empresa pode integrar a Aliança pelo Voto Livre e Secreto. Pela plataforma disponibilizada pelo TST, é possível cadastrar a participação e solicitar materiais de divulgação da campanha.
O espaço também reúne informações sobre o que caracteriza o assédio eleitoral e orientações para quem precisar denunciar situações de pressão ou constrangimento relacionados ao voto.
A iniciativa busca reforçar que o trabalhador tem o direito de escolher livremente seus candidatos, sem sofrer ameaças, punições, constrangimentos ou qualquer tipo de pressão no ambiente profissional.
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